quinta-feira, 28 de junho de 2012

Escreve

A razão fala...
O amor escreve...

Voices

That voices deep within me keep calling... I think I'll start to listen... I'm broken enough to go on...

Condemned

Am I condemned to be alone forever?

Na chuva

Estava frio... Eu me postava só, em meio à chuva. Já não mais esperava nada...

Foi ai que ela veio. Aproximou-se e eu a abracei... Oh, Christyne... Como senti sua falta.

Me perdi em sua ausência. Errei... Não sabia mais o que fazer...

Mas quero redimir meus pecados. Começar bem... Não quero te perder...

Venha comigo, meu amor...
Segura minha mão...

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Ninguém

Lutei em várias batalhas. Obtive vitórias e derrotas. Senti o medo por perto e a morte à espera. Senti o vento passar por entre as árvores e sobre os grãos de areia. Vi os rios vermelhos gravarem em rocha a memória dos embates. Provei o ódio do inimigo de perto...

Mas não há quem me vista a armadura... Não há quem me entregue a arma...

Não há quem me espera a volta dos campos...
Não há quem me receba com um beijo...
Não há quem me espere só para me ver vivo outra vez.

terça-feira, 26 de junho de 2012

One more time

Time goes on... Must I walk to the light in search for heavens? Or should I stay and search for her one more time?

segunda-feira, 25 de junho de 2012

sábado, 23 de junho de 2012

Não queria ser assim

Estou falhando. Não me preocupo em viver. Para mim, tanto faz, agora. Desistindo aos poucos... Paro e penso: quem sou eu? No que me tornei? O que estou fazendo para melhorar? Só tenho uma resposta para todas: nada. Não consigo mais me concentrar, não consigo mais evoluir. Consigo amar, mas o amor tem me machucado demais... Em breve nem amar conseguirei. Procurei por liberdade sem parar, mas me tornei um prisioneiro do amor. E agora sofro. Nas suas recentes palavras, ela me machucou. Acho que passei do limite, mas descobri que ela não pode ser como eu... E talvez ela não queira me amar. Mas depois de tudo, descobri que sou um monstro, que estava apenas se escondendo atrás duma máscara, esperando para sair. Agora esse monstro me domina e destruo tudo que consegui construir. Por isso estou só. Por isso ninguém quer minha companhia. Não há quem goste de estar com um ser assim. Mas que ela saiba que nunca quis mandar em sua vida. Só precisava de alguém para me proteger e cuidar, mas agora está tudo ruindo... Estou na beira do precipício... Milhares de vozes gritam "pula" umas poucas silenciosas vozes choram. Talvez meu fim faça a diferença para poucas pessoas... Mas eu não me importo mais. Tenho pena de mim, por estar rastejando, por ter deixado ruir. Mas ainda há coisas a fazer. Muros a ser colocados... A chuva vem ai e pelo menos com ela poderei compartilhar algo em comum: posso ser frio... Tão frio que confundirão minha alma com as sombras... Posso me tornar vazio e desistir de amar... Posso retirar a máscara e parar de fingir que estou bem. Não estou. Não queria ser assim, mas o amor me força. Lutarei só mais uma vez, pois sou humano ainda... Mas o frio do inverno clama por meu nome. E, quando eu me for, talvez ela me perdoe... Talvez...